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><channel><title>Simone Bertuzzi</title> <atom:link href="http://www.simonebertuzzi.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.simonebertuzzi.com.br</link> <description>Produção de conteúdo para diferentes meios</description> <lastBuildDate>Tue, 27 Mar 2012 03:39:03 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator> <item><title>&#8220;Tudo que eu sei eu aprendi no rádio&#8221;, diz Chico Anysio</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/tudo-que-eu-sei-eu-aprendi-no-radio-diz-chico-anysio/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/tudo-que-eu-sei-eu-aprendi-no-radio-diz-chico-anysio/#comments</comments> <pubDate>Tue, 27 Mar 2012 03:34:00 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Destaque]]></category> <category><![CDATA[Impresso]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=250</guid> <description><![CDATA[[ Entrevista para seminário acadêmico sobre Rádio, na UNISINOS.]
TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007
Simone Bertuzzi
“Eu sou um grande apaixonado pelo rádio, porque ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>[ Entrevista para seminário acadêmico sobre Rádio, na UNISINOS.]</p><p>TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007</p><p><em>Simone Bertuzzi</em></p><p><a
href="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2012/03/sou-francisco1.jpg" rel="lightbox[250]"><img
class="alignright size-full wp-image-251" title="&quot;Sou Francisco&quot;, livro de Chico Anysio" src="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2012/03/sou-francisco1.jpg" alt="" width="360" height="500" /></a>“Eu sou um grande apaixonado pelo rádio, porque tudo que eu sei eu aprendi nele”. Com quase sessenta anos de profissão muito bem exercidos entre o rádio, a TV, o cinema e os palcos, Franciso Anysio realça sua paixão pela radiofusão do passado e relembra como tudo era mais espetacular e comunicador naquelas décadas.&#8221;O Rádio era, ainda, quem trazia as notícias. O Rádio de antigamente prestava serviço absoluto à população “, declarou Chico.</p><p>&#8220;Eu sempre digo que sou ator porque esqueci o tênis&#8221; &#8211; assim começa o livro &#8220;Sou Francisco&#8221;, onde o humorista, ator, escritor, comentarista esportivo, compositor e pintor contam sua trajetória nos veículos de comunicação, detalhando a maioria de suas experiências. Dentre elas, Anysio cita a atuação de outros artistas no meio radiofônico da década de 50, como Fernanda Montenegro e Silvio Santos. Naquela época, várias personalidades davam início de sua carreira artística atuando nas rádio-novelas e nos concursos de auditório. O rádio era produzido por pessoas talentosas que faziam merecer seu reconhecimento profissional, tanto escrevendo programas de diversão e informação como conquistando os ouvintes com as vozes fascinantes que por ele passava. Nas programações, se podia ouvir a radio espetáculos ao vivo, orquestras, ótimos cantores, humoristas, radio novelas e oportunava muito mais os artistas com os programas de calouros.</p><p>Com mais de 200 personagens criados e depois de passar por diferentes fases da Radiodifusão e televisão durante sua vida artística, Chico revela sua preferência pelas transmissões antigas e critíca a situação dos veículos de comunicação de hoje. Confira abaixo o bate papo com o mestre.</p><p><strong>1 &#8211; Antes mesmo de entrar para o mundo radiofônico, nos anos 40, sabemos que sua paixão pelo futebol nunca deixou a desejar. Além de jogar, antes de profissional do rádio, o senhor era um ouvinte? </strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Eu era apenas um jovem comum, gostava de matar aula e passar as tardes assistindo às “sessões de passatempo”, como trailers, documentários, jornais americanos e ouvindo rádio. Tinha facilidade para imitar vozes, imitava os locutores, também fazia as vozes de atores famosos como Oscarito, Saint Clair Lopes, Mesquitinha e etc. Foi em 1947, quando eu enfrentei uma platéia do programa de calouros da Rádio Nacional e fiz um número composto de 28 vozes, que eu percebi que poderia construir uma carreira usando minhas imitações.</p><p><strong>2 &#8211; Li no seu livro &#8220;Sou Francisco&#8221;, que você fez o teste no rádio porque esqueceu o tênis para o jogo, em 1947. Como foi para o senhor ingressar no meio radiofônico naquela época?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Foi algo sensacional, semelhante a conseguir entrar para a TV Globo nos dias atuais.</p><p><strong>3 &#8211; Quais foram os momentos mais marcantes de sua atuação profissional, no rádio?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Os mais marcantes foram dois: o primeiro quando, depois de ter ficado 1 ano e 4 meses desempregado, à procura de um emprego, o Haroldo Barbosa (maior redator de humor de todos os tempos) me viu na rua (eu nem sabia que ele me conhecia) e me chamou para ir para a Rádio Mayrink Veiga. O segundo, foi quando ele me deu um quadro para fazer no programa &#8220;A Cidade se Diverte&#8221;, escrito por ele. Este quadro era a &#8220;Escolinha do Professor Raymundo”.</p><p><strong>4 &#8211; Algum familiar serviu de inspiração para o seu trabalho?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Em nada a minha família serviu de inspiração para o meu trabalho. O que ocorreu foi que, ao saber que minha irmã Lupe iria fazer o teste no rádio, me ofereci para ir também.</p><p><strong>5 &#8211; Em &#8220;Sou Francisco&#8221;, destacam-se as histórias em rádios cariocas. Como o senhor avalia o rádio de antigamente no Rio de Janeiro e, de maneira geral, no país todo?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Até 1951/1952 , quando a Televisão chegou, quem comandava era o rádio. Ele era, junto com o cinema a grande diversão do povão, porque a pessoa comprava um rádio e tinha de graça todos os programas e todas as novelas. O rádio era, ainda, quem trazia as notícias. O rádio de antigamente prestava um serviço absoluto à população.</p><p><strong>6 &#8211; O senhor já criou mais de 200 personagens, escreveu programas, atuou e narrou até jogos de futebol, além de ter um exemplar currículo televisivo, sendo considerado uma importante personalidade do mundo midiático. Existe ainda algum sonho em termos de atuação no rádio?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Não, nenhum. Fui afastado da comédia pela direção da Globo e agora atuo em novelas. O humor passou a ser, por esta razão, uma página virada na minha vida. Ainda bem que acho que nele eu fiz tudo que podia fazer. Quem viu, viu; quem não viu, sinto muito. Agora eu espero que me dêem, nas novelas, bons papéis, apesar de que, por ser um grande profissional, mesmo um papelzinho de nada com este que o Benedito me arranjou no &#8220;Sinhá Moça&#8221;, eu defendo com a maior dignidade.</p><p><strong>7 &#8211; Do seu trabalho no rádio, quais os programas e personagens que mais se destacaram?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Professor Raymundo.</p><p><strong>8 &#8211; Para os estudantes de Jornalismo que estão tendo um primeiro contato com o estudo do rádio, através deste trabalho, o que o senhor diria, no sentido de estimulá-los ao ingresso no meio?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Bem. Eu sou um grande apaixonado pelo rádio, porque tudo que eu sei eu aprendi no rádio. O rádio de hoje, no entanto, ficou restrito aos comunicadores e isto faz com que os atores procurem as dubladoras, para usá-las com aprendizado. Não sei se é correto estimular alguém a entrar para o rádio, se este alguém não tiver uma linda voz (para vir a ser locutor) ou um grande desembaraço e improviso (para ser um comunicador). Mas na TV também é um campo limitado, porque se a pessoa for da linha de comédia só tem emprego na Praça ou na Zorra e isto limita demais. Há uma fartura de comediantes maravilhosos desempregados.</p><p><strong>9 &#8211; Quais eram as emissoras e artistas que o senhor considera de maior destaque da época?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Rádio Nacional. Cesar de Alencar, Paulo Gracindo, Emilinha Borba, Marlene, Orlando Silva, Francisco Alves, Carmen Miranda&#8230;</p><p><strong>10 &#8211; Pensando no rádio que se tem hoje e no rádio daquela época, quais as semelhanças e diferenças que o senhor identifica?</strong></p><p><strong>[Chico Anysio]</strong> Tudo é totalmente diferente.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/tudo-que-eu-sei-eu-aprendi-no-radio-diz-chico-anysio/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>FILE 2011</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/file-2011/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/file-2011/#comments</comments> <pubDate>Sat, 30 Jul 2011 00:10:29 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=244</guid> <description><![CDATA[Trabalho Freelancer durante o FILE São Paulo 2011 &#8211; Festival Internacional de Linguagem Eletrônica.
www.file.org.br
Função: Assessoria de Imprensa.
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho Freelancer durante o FILE São Paulo 2011 &#8211; Festival Internacional de Linguagem Eletrônica.</p><p><a
href="http://filefestival.org/site_2007/pagina_conteudo_livre.asp?a1=308&amp;a2=308&amp;id=2">www.file.org.br</a></p><p>Função: Assessoria de Imprensa.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/file-2011/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Serendipity International Business Agency</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/serendipity-international-business-agency/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/serendipity-international-business-agency/#comments</comments> <pubDate>Fri, 29 Jul 2011 15:47:01 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Online]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=207</guid> <description><![CDATA[Desde agosto de 2010 à atualidade:
- Redatora do site da Jorge da Capadócia &#8211; Associação para projetos culturais, do Twitter @jorgedcapadocia ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desde agosto de 2010 à atualidade: </strong></p><p>- Redatora do site da <a
href="http://www.jorgedacapadocia.com.br" target="_blank">Jorge da Capadócia &#8211; Associação para projetos culturais</a>, do Twitter <a
href="http://www.twitter.com/jorgedcapadocia" target="_blank">@jorgedcapadocia</a> e <a
href="http://www.facebook.com/associacaojorgedacapadociafanpage" target="_blank">Facebook</a>.</p><p><strong>De março à junho de 2010:</strong></p><p>- Desenvolvimento de conteúdo institucional durante a criação do <a
href="http://www.serendipityagency.com.br/pt/" target="_blank">site da Serendipity International Business Agency</a>.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2010/09/serendipity.jpg" rel="lightbox[207]"><img
class="aligncenter size-full wp-image-208" title="serendipity" src="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2010/09/serendipity.jpg" alt="" width="584" height="512" /></a></p><p><strong>Créditos</strong><br
/> Textos: Simone Bertuzzi e Malga di Paula<br
/> Design: <a
href="http://www.victortorres.com.br">Victor Torres</a><br
/> Programação: Leonardo Kluck</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/serendipity-international-business-agency/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Added</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/added/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/added/#comments</comments> <pubDate>Fri, 29 Jul 2011 00:31:16 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Online]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=247</guid> <description><![CDATA[Produção de matérias e edição de notícias sobre TI para o site da Added &#8211; www.added.com.br, empresa de soluções em TI.
Período: de ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Produção de matérias e edição de notícias sobre TI para o site da Added &#8211; <a
href="http://www.added.com.br" target="_blank">www.added.com.br</a>, empresa de soluções em TI.</p><p>Período: de maio de 2011 à atualidade.<br
/> Função: Repórter e Redatora Freelancer</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/added/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Sua empresa está protegida?</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/sua-empresa-esta-protegida/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/sua-empresa-esta-protegida/#comments</comments> <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 23:35:26 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Online]]></category> <category><![CDATA[TI]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=232</guid> <description><![CDATA[Veja dicas de Segurança da Informação para prevenir ataquesMatéria para o site da Added, publicada no dia 27/7/2011.Em um mundo globalizado e ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="_mcePaste"><em>Veja dicas de Segurança da Informação para prevenir ataques</em></div><div><em><br
/> </em></div><div><p>Matéria para o site da <a
href="http://www.added.com.br" target="_blank">Added</a>, publicada no dia 27/7/2011.</p></div><p>Em um mundo globalizado e fortemente articulado pelas redes sociais, a informação é um dos patrimônios mais importantes de uma empresa que deseja manter a competitividade no mercado. Todo e qualquer gênero de informação de uma organização é um diferencial nos processos e realizações dos negócios e, por isso, esta informação deve ser gerenciada e protegida.</p><div
id="_mcePaste"><p>Muitas empresas não priorizam em seu planejamento a prevenção ou gerenciamento de crises e optam por diminuir ao máximo qualquer uso ou serviço de risco às informações. Porém, evitar o avanço das tecnologias se opõe às tendências de mercado, exigindo que as empresas prestem mais atenção na segurança da informação e priorizem análises de riscos, políticas de segurança e planejamento.</p></div><p>A vulnerabilidade da informação de uma empresa, independente de seu porte, deve ser mínima e atualizada. Recentemente, sites de esferas públicas como o da Receita Federal e Presidência da República foram acessados por hackers do grupo internacional conhecido como LulzSec (no Brasil, LulzSecBrazil), deixando as páginas fora do ar por cerca de uma hora, durante a madrugada do dia 22 de junho. Este grupo também manifestou ter praticado ataques em sites da CIA, FBI, Sony e Nintendo. Com isso, outras “invasões virtuais” foram ocasionadas, trazendo à tona fortes grupos de hackers como o Fatal Error Crew, Fail Shelleles, FIREH4CK3R e Havittaja.</p><div><p>Segundo Higor Vinicius de Nogueira Jorge, delegado, professor da Academia de Polícia e especialista na investigação de crimes cibernéticos, em entrevista ao Site Profissionais TI, os cyberataques “do momento” são os tipo DDoS, ou, de negação de serviço, que se caracterizam pelo envio simultâneo de requisições de serviços para um determinado recurso de um servidor, por exemplo, um site. Em razão de não suportar essa quantidade de requisições, o recurso torna-se indisponível, o que aconteceu com a página da Presidência da República, Portal Brasil e da Receita.</p></div><div><p>Afinal, os sites atacados eram vulneráveis aos ataques? Como as empresas podem evitar este tipo de incidente? Marcelo Branquinho, Diretor Executivo da TI Safe – Segurança da Informação, fala em entrevista à Added sobre Segurança da Informação e dá dicas para proteger as organizações desta “onda de ataques”. Confira.</p></div><div><strong>Added &#8211; Quais são os passos que devem ser seguidos para se iniciar a Segurança da Informação de uma empresa?</strong></p></div><p><div
id="_mcePaste"><strong>Marcelo Branquinho -</strong> O primeiro passo é desenvolver a cultura da Segurança da Informação dentre aqueles que serão os responsáveis por esta área na empresa. Uma vez formada esta equipe, o passo seguinte é o desenvolvimento e a implantação da Política de Segurança da Informação (PSI) da organização. Em paralelo com a implantação da PSI são implantadas as Soluções de Segurança da Informação. Uma boa estratégia é seguir as boas práticas indicadas nas normas ISO27001 e ISO27002.</div></p><p><div><strong>Added – A virtualização é um meio para ataques. Uma das soluções seria concretizar a padronização da internet. Como o senhor define ou prevê esta padronização?</strong></div></p><p><div
id="_mcePaste"><strong>MB -</strong> Vejo como muito oportuno o aumento da padronização da Internet. Com o fim dos endereços IPV4 no Brasil e a entrada do IPV6, os procedimentos padronizados nos permitirão tirar o máximo de proveito das novas tecnologias emergentes e do Cloud Computing.</div></p><p><div><strong>Added &#8211; Recentemente, hackers brasileiros atacaram sites do governo &#8211; da Presidência, Receita Federal, Petrobrás, entre outros &#8211; e chegaram até a acessar dados pessoais da presidente Dilma Roussef e do prefeito de São Paulo. O que poderia ter sido feito para a prevenção destes ataques?</strong></div></p><p><div
id="_mcePaste"><strong>MB &#8211; </strong>Para ataques que visam a indisponibilidade dos websites, como os de DoS e DDoS, poderíamos ter equipamentos denominados IPSs (Intrusion Prevention Systems). Estes equipamentos detectariam os ataques e os bloqueariam antes de obterem sucesso. Já para os casos de roubo de informações sigilosas, sugeriríamos soluções como a criptografia forte destes dados e a implementação de soluções de DLP (Data Loss Prevention) nas redes do governo, por exemplo. Além de procedimentos básicos de governança corporativa e implementação de boas práticas das normas de segurança.</div></p><p><div><strong>Added – Devido aos acontecimentos, houve boatos de que o governo contrataria hackers para evitar falhas e contribuir com a segurança das redes. Acolher ou valorizar o “talento” dos hackers seria uma forma de solução para este tipo de problema?</strong></div></p><p><div
id="_mcePaste"><strong>MB -</strong> Definitivamente não. As boas práticas de segurança não aconselham a contratação de hackers para empresas de segurança.</div><div><strong>Added &#8211; De maneira ampla, o que é mais importante para manter a Segurança da Informação de uma empresa? Qual alerta você daria?</strong></div></p><p><div
id="_mcePaste"><strong>MB -</strong> Sem dúvida, o treinamento e a conscientização são as maiores armas para manter a Segurança da Informação em uma empresa. Somente pelo contínuo treinamento é que a Política de Segurança será sedimentada e as normas funcionarão plenamente. Além disso, a organização deverá exercer um contínuo monitoramento das soluções aplicadas para medir sua eficácia e implementar melhorias.</div></p><p><div><a
href="http://www.tisafe.com/recursos/palestras/" target="_blank">Leia mais sobre Segurança da Informação.</a></div></p><p><div>Da Redação</div><div>Imagem: Reprodução / <a
href="http://forum.guiadohacker.com.br/showthread.php?t=10027" target="_blank">Fonte</a></div></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/sua-empresa-esta-protegida/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>TI na Era da Colaboração</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/ti-na-era-da-colaboracao/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/ti-na-era-da-colaboracao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 20 Jul 2011 23:47:07 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Online]]></category> <category><![CDATA[TI]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=235</guid> <description><![CDATA[A &#8220;inteligência coletiva&#8221; para empresas e profissionais de TIMatéria para o site da Added, publicada em 20/7/2011.Há pouco tempo atrás, se tornou ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="_mcePaste"><em>A &#8220;inteligência coletiva&#8221; para empresas e profissionais de TI</em></div><div><em><br
/> </em></div><div>Matéria para o site da Added, publicada em 20/7/2011.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Há pouco tempo atrás, se tornou essencial para as empresas terem como uma de suas ferramentas de trabalho o e-mail, que permitia (e permite até hoje) a troca de conteúdo e informações entre os usuários. Nesta época, não muito distante, o foco da internet e das organizações que as usavam era o conteúdo.</div><div
id="_mcePaste">A chamada Web 1.0 não era focada nas pessoas, e sim na possibilidade de transformar um texto escrito em papel numa página online. Atualmente, internautas e empresas se deparam com um caminho muito mais amplo do que o acesso ao conteúdo.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>A Web 2.0 continua sendo uma plataforma para textos, vídeos e informações, mas possui como principal regra desenvolver aplicativos que se aproveitam da “inteligência coletiva” para uma nova Era, a Era da Colaboração.</div><div>Para muitos, Colaboração significa reunir diversos indivíduos de diferentes culturas e habilidades para “experimentar” juntos, como um time.  Porém, as empresas precisam encarar este conceito como uma oportunidade de agilizar e estimular a criatividade de sua equipe de maneira original e eficiente.</div><div></div><div>“A Era da Colaboração é um termo que tem sido usado para descrever a situação atual, onde o avanço tecnológico permite que conexões com pessoas sejam feitas de forma muito mais fácil. Com isso, podemos ter acesso a uma massa de pessoas que permite explorar diversas situações que seriam impossíveis há alguns anos”, diz Fabiane Bizinella Nardon, Mestre em Ciência da Computação pela UFRGS, Doutora em Engenharia Elétrica pela USP e CTO (Chief Technical Officer) da ToolsCloud.</div><div></div><div>Na Era da Colaboração, é possível compartilhar nossas informações e experiências e trabalhar para criar algo, que, no final, se torna muito mais amplo e forte do que uma pessoa sozinha poderia criar.  A atual realidade virtual nos dá a ocasião de trabalhar com pessoas próximas ou vizinhas e com profissionais de todas as partes do mundo. Isso gera uma oportunidade intensa para a criatividade, pois a rede proporciona que as pessoas se conectem e cheguem ao foco principal da atual &#8220;web&#8221; de criar, compartilhar e inovar em conjunto.</div><div></div><div>Nas organizações, a Era da Colaboração pode oferecer uma melhoria significativa nos processos de produção, onde muitas pessoas colaboram ao mesmo tempo para a criação de um produto ou resultado de seu conhecimento.  Por outro lado, as empresas também podem buscar clientes, fãs e seguidores para envolvê-los e darem feedback sobre seus novos produtos e ações.</div><div></div><div>Por meio da educação, acesso à mídia e informação e das relações intersubjetivas (entre grupos ou indivíduos), a Era da Colaboração transforma e define seus próprios mecanismos e regras, mudando também o perfil do profissional.</div><div></div><div>Para a especialista, é fundamental que o profissional esteja preparado para trabalhar com pessoas de diferentes culturas. “Especialmente na área de tecnologia, é cada vez mais comum que parte do seu trabalho seja feito em colaboração com pessoas de outras partes do mundo e que não necessariamente trabalham para a mesma empresa que você. Veja quanta informação é obtida em fóruns de discussão, por exemplo. Outras habilidades importantes para um profissional na Era da Colaboração: aprender a trabalhar remotamente (tele-trabalho), saber como usar adequadamente as redes sociais, participar de comunidades virtuais”, completa Fabiane.</div><div></div><div>As empresas têm utilizado as novas tecnologias (redes sociais, ferramentas de TI etc) para criarem negócios. Para Fabiane, é preciso que as organizações pensem que estas tecnologias podem tanto alavancar o negócio quanto destruí-lo, se não forem usadas adequadamente. A especialista lembra que a experiência do usuário é fundamental neste tipo de negócio para evitar uma crítica ruim nas redes sociais, por exemplo.</div><div></div><div>Apesar da Web 2.0 prezar a inteligência coletiva, as empresas ainda precisam valorizar o conhecimento do indivíduo para fazer o uso adequado de sua especialidade. Pode parecer que não há espaço para os especialistas em um contexto onde todos criam, discutem e “recriam” coletivamente, porém, em alguns casos específicos, a sabedoria coletiva não é a melhor resposta.</div><div>Pensar sobre Web 2.0, ou, Era da Colaboração, não é somente colocar informação em alguma determinada plataforma. É necessário participar. As organizações podem aproveitar para administrar todos os seus processos de maneira colaborativa, que pode ser feito por vários serviços em Cloud gratuitos. De maneira remota, todos os colaboradores conseguem acessar, editar e acompanhar a participação de cada um.</div><div></div><div>Neste caso, empresas de TI podem acompanhar esta demanda ou realidade usando estratégias que focam no feedback rápido dos usuários. “Isso implica em liberar versões iniciais de software, mesmo que inacabadas, para testar a aceitação do público”, lembra Fabiane.</div><div></div><div>“É melhor você descobrir que o seu produto não terá o mercado que você espera antes de ter gasto muito dinheiro para finalizá-lo. Assim, você pode reposicioná-lo ou mesmo desistir do investimento. Testar as suas hipóteses é fundamental. Para isso, usar infraestrutura como serviço é uma boa alternativa. Ela permite ter um serviço no ar rapidamente sem grandes investimentos. Neste sentido, Cloud Computing é algo que as empresas precisam considerar seriamente”, completa.</div><div></div><div>Compartilhar informações ou novas descobertas é um benefício que ajuda as pessoas a agirem mais rápido e acarreta novas ideias daquilo que já foi aprendido. A Era da Colaboração permite que este benefício seja aplicado de maneira organizacional, abrindo inúmeras portas para a criação de produtos, novas parcerias e colaboradores remotos, assim como o avanço da organização nos negócios e no relacionamento entre suas equipes e clientes.</div><div></div><div>Da Redação.</div><div></div><div>Imagem: Reprodução / <a
href="http://web20zone.blogspot.com/2010/06/coroas-com-presenca-firme-nas-redes.html" target="_blank">Fonte</a></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/ti-na-era-da-colaboracao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Como fazer uma boa gestão de TI</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/como-fazer-uma-boa-gestao-de-ti/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/como-fazer-uma-boa-gestao-de-ti/#comments</comments> <pubDate>Tue, 21 Jun 2011 23:56:33 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Online]]></category> <category><![CDATA[TI]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=238</guid> <description><![CDATA[Veja quais são os desafios e necessidades para uma Governança de TI eficazMatéria para o site da Added, publicada em 21/6/2011.Planejar, organizar ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="_mcePaste">Veja quais são os desafios e necessidades para uma Governança de TI eficaz</div><div></div><div>Matéria para o site da Added, publicada em 21/6/2011.</div><div></div><div>Planejar, organizar e executar as atividades cotidianas da Tecnologia da Informação dentro das empresas pode ser um problema para os profissionais da área que não estão preparados para estas demandas. A partir deste paradigma, o setor conta atualmente com o segmento de Governança de TI, ou, Gestão de TI, destinado a zelar por todos os mecanismos de controle e alinhamento da Tecnologia da Informação ao negócio da organização e o seu planejamento estratégico, segundo o professor Fernando José Barbin Laurindo &#8211; vice  coordenador do Curso de Especialização em Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação na Fundação Vanzolini.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Com isso, aprender noções básicas de gestão tornou-se um diferencial importante para o mercado tecnológico, que exige em seus procedimentos de trabalho uma TI que contribua muito mais além do que a sua infraestrutura clássica.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Para Gilberto Caparica, Diretor Comercial da CIMCORP, a maior dificuldade atual dos gestores de TI é de que grande parte do tempo e dos recursos é utilizado na manutenção dos sistemas atuais, sobrando menos de 25% para aplicação em novos processos que contribuam para a inovação dos negócios.</div><div></div><div>Laurindo ainda completa que os gestores também enfrentam o desafio de tirar partido diante da vasta oferta de tecnologias de TI e das inúmeras empresas fornecedoras destes serviços.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Gestão de TI é uma prática que tem sido transmitida e compartilhada por empresas que conseguiram alinhar suas estratégias de negócios aos serviços de tecnologia. A gestãoconsiste em um alinhamento dos objetivos de TI aos objetivos estratégicos da empresa. O empresário ainda explica: “A ideia básica é garantir que os serviços de aplicação que a empresa precisa para operar e gerenciar seus processos de negócio sejam oferecidos no tempo certo, com qualidade, gerenciamento, e alta disponibilidade”.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>A TI, quando consegue oferecer o mesmo serviço, desempenho e eficácia dentro dos custos e prazos diante dos competidores do mercado, pode ser considerada pela organização como uma “empresa dentro da empresa”. Laurindo e Caparica enfatizam a importância do departamento de TI ser próximo das ideologias e conceitos da organização em que trabalha.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Para os especialistas, a Inteligência Competitiva e o Chargeback de Recursos &#8211; processo para estratificar, associar e transferir custos -são detalhes essenciais, que consistem em ter uma TI capaz de trabalhar com dados da empresa para ajudarem nas decisões estratégicas da mesma e alocar custos de utilização de TI para cada departamento da organização. “Isto é transformar TI em um insumo estratégico para o negócio, quantificar e custear seu uso”, declara Caparica.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>O professor da Fundação Vanzolini ainda recorda que existem alguns modelos de gestão de TI disponíveis no mercado que podem contribuir como base para uma boa administração. “Todas as ferramentas e modelos disponibilizados precisam de senso crítico. É preciso ter cuidado para não aderir a qualquer modelo porque o concorrente o faz ou porque é moda. Você precisa buscar a essência de cada modelo”, diz Laurindo se referindo ao Processo CMMI (Capability Maturity Model Integration), à Gestão PMBOK (Project Management Body of Knowledge) e aos modelos de Governança COBIT (Control Objectives for Information and Related Technology) e ITIL (Information Technology Infrastructure Library).</div><div
id="_mcePaste"></div><div><strong>Formalidade e agilidade</strong></div><div
id="_mcePaste">A formalização e organização proporcionada pela Governança de TI gerou um falso conceito de que as empresas que possuem atividades organizadas, não são capazes de dar respostas rápidas às demandas do mercado. Laurindo adverte que esta percepção é errada e que o controle facilita que a empresa aproveite rapidamente as demandas.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>O professor completa: “Se você tem clareza de como pode dar esse retorno à organização, você tem condições de dar boas e rápidas respostas, que é o mais eficaz para a empresa. Ser eficaz é proporcionar resultados positivos à organização, descartando a expectativa de erros”.</div><div
id="_mcePaste"></div><div><strong>Por onde começar</strong></div><div
id="_mcePaste">A gestão corporativa de tecnologia se estende por toda a empresa, fato que pode dificultar a escolha do ponto inicial de todos os projetos de TI. Para quem pretende implementá-los, a melhor maneira de administrá-los de forma eficiente, segundo os especialistas, consiste nas seguintes ações:</div><div
id="_mcePaste">- organizar uma estrutura minimamente capaz de operar com segurança e atender às demandas;</div><div
id="_mcePaste">- escolher o portfólio de aplicações de TI que será apresentado e procurar uma interação com as pessoas da empresa onde estão os fatores críticos da organização;</div><div
id="_mcePaste">- começar pelo processo de negócio, não pela tecnologia;</div><div
id="_mcePaste">- identificar a melhor forma de organizar os processos de negócio, seus pontos críticos, sua disponibilidade e sua evolução para garantir o bom funcionamento da empresa;</div><div
id="_mcePaste">- tenha noção da proporção da necessidade que vai tomar. Prazos curtos exigem dados mais apurados. Não se iluda com precisões de margens sem erros.</div><div></div><div
id="_mcePaste">Muitos gestores apostam nas tecnologias esperando dados perfeitos, sem margens de precisão menores que 100%. Segundo Gilberto Caparica, é necessário entender que mesmo em modelos de alta disponibilidade com altíssima tolerância a falhas, ainda há margem para erros.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>“Duas atitudes são fundamentais para gerenciar esta questão. Uma é mitigar os riscos eliminando ao máximo as interrupções não planejadas e a outra é ter um Plano de Continuidade de Negócios e um processo de gestão que rapidamente recuperem erros e desastres”, alerta.</div><div
id="_mcePaste"></div><div><strong>A importância da contabilidade</strong></div><div
id="_mcePaste">É essencial, em tudo que a empresa realiza analisar custos. Nos serviços de TI, esta preocupação se torna alinhada a qualquer decisão ou projeto. Conforme o professor de Gestão de Projetos em TI afirma, a contabilidade pode prover técnicas importantes para o gestor saber quanto custam as soluções de TI que ele oferece à empresa. “Ter os dados financeiros disponíveis ajuda muito, a disciplina da área da contabilidade pode dar dicas interessantes de como proceder nos projetos dentro da empresa”, explica Laurindo.</div><div
id="_mcePaste"></div><div><strong>Inovação gradual</strong></div><div
id="_mcePaste">Muitas empresas confundem a tendência de inovação com a necessidade de transformação. Os especialistas explicam que as organizações necessitam combinar os dois fatores. Segundo Laurindo, as empresas não devem apostar todos os seus recursos em projetos inovadores e evitar pensar na transformação como uma mera melhoria do que já existe.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Para o professor, a transformação garante a base para implantar projetos inovadores. A dificuldade maior dos gestores é de balancear isso. “A inovação que gera recursos nem sempre é com qualquer inovação. Você tem de se preparar com bases menores de riscos para investir e ao mesmo tempo garantir a sobrevivência da organização”, declara Laurindo. Caparica acredita que inovar consiste em criar ideias e as aplicar na transformação de um modelo. Essa aplicação, segundo ele, deve ser realizada de forma gradual ou através de uma ruptura em modelo, criando, então, um novo paradigma.</div><div
id="_mcePaste"></div><div><strong>Como se preparar</strong></div><div
id="_mcePaste">Gestores, profissionais de TI e empresas necessitam se preparar para executarem uma boa Governança de TI sem enfrentar atritos ou falhas por falta de base em gestão. Os especialistas aconselham que as empresas promovam contato constante entre pessoas de decisões estratégicas de informação e pessoas de decisões de negócios para que sejam tomadas decisões em conjunto.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Laurindo acredita que o Professional de TI não pode entregar à empresa aspectos puramente técnicos, mas que é necessário que ele tenha uma formação de recursos de gestão e do papel que a TI pode representar no sucesso da organização. O professor lembra que para isso, é preciso buscar por cursos que aumentem seu potencial em administração alinhada à estratégia da empresa.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Gilberto Caparica ainda chama atenção ao fato de pessoas e empresas permanecerem conectadas 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele adverte que o horário comercial chega ao seu fim e que as barreiras físicas das organizações estão acabando, dando espaço à colaboração entre as pessoas, sem fronteiras delimitadas.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>“A tecnologia, hoje, forjou uma nova geração de profissionais que chegam ao mercado de trabalho com uma visão mais ágil de serviços de TI. Esta geração que nasceu com o mouse na mão, está mudando a velocidade e o ritmo com que TI é demandada nas empresas. Os profissionais de TI devem se preparar para disponibilizar recursos de forma mais rápida, mais econômica, cobrados pelo uso e gerenciar a segurança destes ambientes cada vez mais colaborativos. A empresa que não compreender este movimento e não transformar seus profissionais de TI em provedores de recursos para apoiar o negócio, está fadada a ter um papel menor no seu mercado de atuação”, conclui Caparica.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Da redação.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Foto: Reprodução/ <a
href="http://www.broadvoice.com/authorized/" target="_blank">Fonte</a></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/como-fazer-uma-boa-gestao-de-ti/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Nuvem: tudo está realmente seguro?</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/nuvem-tudo-esta-realmente-seguro/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/nuvem-tudo-esta-realmente-seguro/#comments</comments> <pubDate>Mon, 20 Jun 2011 00:01:16 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Online]]></category> <category><![CDATA[TI]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=241</guid> <description><![CDATA[Entenda os riscos e benefícios do Cloud ComputingMatéria para o site da Added, publicada em 10/6/2011Enquanto muitas empresas adotam serviços de nuvem ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="_mcePaste"><em>Entenda os riscos e benefícios do Cloud Computing</em></div><div
id="_mcePaste"></div><div>Matéria para o site da <a
href="http://www.added.com.br" target="_blank">Added</a>, publicada em 10/6/2011</div><div></div><div>Enquanto muitas empresas adotam serviços de nuvem privada ou pública com sucesso, outras ainda resistem ao Cloud Computing no ambiente corporativo. Confiamos na nuvem para gerenciar serviços desde emails até transições bancárias, mas só entendemos realmente o seu risco quando a segurança ou privacidade são violadas. A divergência de opiniões ou até falta de entendimento das companhias e consumidores demanda de um esclarecimento maior do método para as pessoas entenderem os riscos e avaliarem se vale ou não à pena aderirem ao Cloud.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>O principal motivo para a discussão sobre a Nuvem é pelo método permitir que dados pessoais ou informações corporativas sejam acessadas por terceiros. Apesar dos riscos, o Cloud Computing garante muitas oportunidades para evolução de serviços e redução de custos. Segundo Rodrigo Rezende, engenheiro de sistemas da VMware Brasil, o método deve ser visto como um conjunto eficiente de infraestrutura virtual. “As nuvens fornecem um conjunto de computadores virtualizados que permitem aos usuários iniciar e interromper servidores, ou, usar ciclos de computação somente quando necessário, às vezes pagando somente pelo uso”, diz o engenheiro.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Recentemente, a segurança da Computação em Nuvem foi questionada após uma falha nos servidores da Amazon, que deixou empresas como o Foursquare, Quora e Reddit fora do ar durante o incidente. No dia 26 de abril, a Sony também divulgou que sofreu um ataque de hackers através da rede on-line de games do PlayStation3 e do PSP (a PlayStation Network &#8211; PSN) e nos servidores de jogos on-line massivos da Sony Online Entertainment (SOE).  Neste caso, os &#8220;invasores&#8221; usaram a Nuvem para atacar a PSN como se fossem clientes comuns da Amazon. A falha em si não ocorreu pelo Cloud Computing, mas no ambiente da empresa, que não é necessariamente Nuvem. Segundo o site G1, o fato afetou mais de 100 milhões de usuários de todo o mundo e pôde, possivelmente, ter sido responsável por uma queda de ações de companhias envolvidas com Cloud Computing, além de empresas retardarem seus planos de mover suas operações para a Nuvem.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Lucas Eduardo Rainett, professor de ensino superior de TI no Grupo Educacional Opet, explica que qualquer ambiente, local ou Cloud, pode apresentar falhas: “Cloud é bom para empresas pequenas, que não possuem um especialista. Estas, não têm como criar uma infraestrutura local totalmente segura. Então, a segurança da nuvem é a melhor opção para elas. Já uma empresa grande, com TI especializada, pode facilmente criar a própria infraestrutura, sem depender de terceiros e garantindo uma segurança igual ou até maior do que no ambiente Cloud”.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Segundo afirmou Brad Templeton, presidente da fundação Electronic Frontier, em entrevista ao site Computerworld, uma das opções para enfatizar a privacidade e segurança de dados seria fazer armazenamentos locais e processamento na nuvem. Porém, inevitavelmente, os dados continuariam transitando pela rede, correndo o risco de serem acessados sem passar pelo usuário.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>O empresário ainda lembra que não há direitos legais para se posicionar contra este tipo de situação, uma vez que, por exemplo, o Google Docs, pertencendo ao Google, garante que a empresa não seja punida judicialmente caso acesse um documento do usuário. Segundo Templeton, a lei poderia contribuir mais para proteger dados confidenciais.  Uma opção seria proteger dados com criptografia nos momentos em que eles não são necessários ou o usuário não está logado em uma sessão.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>A Computação em Nuvem pode ser um caminho irresistível para empresas que desejam diminuir custos operacionais com TI a focarem em seus negócios. Porém, o professor ressalta que, em alguns casos, é mais econômico manter a infraestrutura local. “As empresas que têm seus ambientes completamente na Nuvem, infelizmente, são reféns desse tipo de situação. Uma solução é ter Cloud Híbrida (parte local e parte Cloud), ou, ter redundância de infraestrutura com outros fornecedores de Cloud”, expõe Rainett.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Em termos técnicos, os benefícios dos serviços em Nuvem apresentam dados convincentes às empresas. Conforme afirma Rezende, o Cloud Computing permite que organizações mantenham em sua gestão eficiência por meio de utilização, automação, agilidade, controle e liberdade de escolha. “Os serviços da Computação em Nuvem proporcionam um menor TCO (Total Cost of Ownership – custo total de propriedade), evitam a dependência de tecnologias por permitir ferramentas de gerenciamento e manutenção. Além disso, geram uma flexibilidade com o desenvolvimento e a implantação de aplicativos, que podem ser executados em Data Center ou em um provedor de serviços em Nuvem”, ressalta o engenheiro.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>O professor Lucas Eduardo defende o uso da Computação em Nuvem para crescer e diz que, nem sempre, é economicamente compensativo migrar serviços prontos para o novo ambiente (o Cloud), pois o gasto da migração não cobre a economia futura com a nuvem. “Assim o valor gasto na aquisição da infraestrutura local não será perdido, apenas haverá novos serviços em um ambiente novo. Ter toda a infraestrutura em nuvem não é a melhor opção. O ideal é equilibrar os serviços entre os ambientes e aproveitar o melhor dos ‘dois mundos’. Assim, caso ocorram problemas eventuais, o impacto será menor”, explica o professor.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Avaliar a segurança e os benefícios da Computação em Nuvem pode ser o primeiro passo para aderir aos serviços, porém, também é indispensável estudar a nuvem como modelo operacional e de mercado para as empresas. Rezende lembra que por diminuir preocupações no gerenciamento de infraestrutura física e de aplicativos, o método proporciona à organização manter o foco na inovação e no valor de seus negócios.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>“Além disso, o Cloud Computing permite que as empresas decidam onde executar suas cargas de trabalho: nuvem interna ou nuvem externa, essa decisão está relacionada ao tempo, capacidade e custo necessário para executar determinada demanda”, ressalta.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Para Rezende, a Computação em Nuvem está no caminho das empresas que buscam eficiência, controle, agilidade e redução de custos. O modelo, que já se tornou padrão, facilita as metas de TI, que consistem em atender às necessidades dos negócios e gerenciar os recursos subjacentes da maneira mais eficiente possível.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>“A transição para a nuvem representa uma revolução industrial para a área de TI que traz uma abordagem mais voltada para os negócios e se concentra em resultados como eficiência operacional, competitividade e resposta rápida. Isso significa que a área de TI, em vez de produzir serviços de TI, passa a aperfeiçoar a produção e o consumo desses serviços de forma consistente com os requisitos dos negócios. Desse modo, a função da área de TI muda de um centro de custo para um centro de valor estratégico”, ressalta o engenheiro.</div><div></div><div
id="_mcePaste">“O modelo é inevitável, pois grande parte das empresas tem áreas de TI apenas para dar suporte ao negócio. Tudo que é gasto com TI entra no custo operacional. Baixar esses custos significa ter mais lucro e menos dor de cabeça com coisas que não são o foco da empresa”, completa Rainett.</div><div
id="_mcePaste"></div><div>Da Redação.</div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/nuvem-tudo-esta-realmente-seguro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Entre grandes e pequenos, a moda cresce no Brasil</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/entre-grandes-e-pequenos-a-moda-cresce-no-brasil/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/entre-grandes-e-pequenos-a-moda-cresce-no-brasil/#comments</comments> <pubDate>Sat, 12 Mar 2011 02:45:27 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Impresso]]></category> <category><![CDATA[Moda]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=223</guid> <description><![CDATA[Dezembro 2010/ Por Simone Bertuzzi
Com  um povo miscigenado e culturas regionais que preenchem o Brasil de  ponta a ponta, a ...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><em>Dezembro 2010/ Por Simone Bertuzzi</em></p><p><a
href="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2011/03/modanobrasil.jpg" rel="lightbox[223]"><img
class="alignleft size-full wp-image-224" style="margin: 5px;" title="A moda no Brasil, anos 60 - Reprodução/ Google Images" src="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2011/03/modanobrasil.jpg" alt="" width="400" height="204" /></a>Com  um povo miscigenado e culturas regionais que preenchem o Brasil de  ponta a ponta, a moda do país não deixa a desejar quando se trata de  ditar e seguir as tendências lançadas a cada nova estação.</p><p>O  mercado brasileiro de moda pode não apresentar um número significativo  para lançar grandes tendências fora do país, mas também não gera menos  consumo que norte-americanos e europeus. Conforme a Associação  Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, o Brasil está entre os  dez principais mercados deste setor em escala mundial, apresentando um  movimento econômico de, aproximadamente, US$ 33 bilhões ao ano, o que  corresponde a 3% do PIB nacional.</p><p>O Brasil, que já lançou grandes <em>top models</em> como Gisele Bündchen e, as mais recentes, Aline Weber e Ana Claudia  Michels, por exemplo, está ampliando a sua visibilidade internacional. O  mercado, paralelamente, passou a fazer parte da moda mundial e hoje  atrae novos profissionais capazes de transformar o país como parte da história da moda contemporânea.</p><p>Grande  centro nacional, São Paulo abriga as principais faculdades de moda do Brasil, assim como o maior evento de fashionistas da América Latina, o São  Paulo Fashion Week (SPFW), que recebe mais de 100 mil visitantes em suas edições e  encontra-se com um investimento milionário em sua produção. Em coletiva  de imprensa realizada durante a última edição do evento, em junho  passado, Paulo Borges, presidente da Luminosidade &#8211; empresa responsável  pela organização do SPFW, declarou que pretende dar um novo passo na  modano país. &#8220;Precisamos da participação e do entendimento dos  agentes políticos para viabilizar o potencial da moda brasileira. Hoje  eles já sabem da importância estratégica do setor&#8221;, declarou. O  empresário, que recebeu a visita dos candidatos à Presidência Marina  Silva e José Serra, e da candidata eleita Dilma Roussef, também lembrou  que a indústria da moda chega a criar vagas para mais de quatro milhões  de brasileiro, empregando, diretamente, dois milhões de brasileiros.</p><p><a
href="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2011/03/spfw_ah2011.jpg" rel="lightbox[223]"><img
class="alignright size-full wp-image-225" style="margin: 5px;" title="SPFW 2011, desfile Alexandre Herchcovitch - Reprodução/ Google Images" src="http://www.simonebertuzzi.com.br/principal/wp-content/uploads/2011/03/spfw_ah2011.jpg" alt="SPFW 2011, desfile Alexandre Herchcovitch - Reprodução/ Google Images" width="271" height="186" /></a>A  moda por aqui, portanto, cresce sem limites, mas ainda não é valorizada  como merece. Entre as coleções de inverno lançadas no Sul e as peças  leves e tropicais que dominam grandes cidades do Norte e do Nordeste,  poucas tendências locais fazem sucesso significativo. Algumas grifes,  porém, destacam nesta realidade e concorrem igualmente com grifes  internacionais, como as marcas nacionais de jeans Fórum, Zoomp, M.  Officer e Ellus, que disputam clientes com as estrangeiras Guess e  Calvin Klein, por exemplo.  Além da Alta Costura nacional, que levou  nomes como Denner Pamplona de Abreu, Clodovil Hernandez, Guilherme  Guimarães, Markito e Ney Galvão para o exterior.</p><p>O  caminho da moda no Brasil vai além das grandes prospecções e  comercialização potente, ele também pode ser encontrado em diversos  meios de investimento em estilistas e modelos iniciantes do país.</p><p>Os  bons resultados proporcionados por espaços e coletivos que  visam o lançamento de novos nomes também atraem jovens brasileiros com  perspectivas na indústria. Um exemplo e referência nacional é a Casa de  Criadores, fundada em São Paulo, em 1997, com o objetivo de ajudar novos  nomes a tornarem visíveis suas criações. O espaço hoje se tornou uma das  maiores vitrines da criação da moda brasileira e recebe estudantes de  diversas regiões do país. Entre as descobertas da Casa, foram lançados  nomes como Cavalera, Ronaldo Fraga, Juliana Jabour, Marcelo Sommer e  Simone Nunes, entre outros respeitados estilistas.</p><p>Na  mídia, os novos profissionais também viram alvo para o entretenimento,  como em <em>reality shows</em> na escolha de novos estilistas e <em>top models</em>, por  exemplo. Na televisão aberta, recentemente, o público contou com grandes  produções, como programa <em>It MTV ELLE Fashion Fabric</em>, transmitido pela MTV Brasil, e o concurso promovido pela Rede Globo, que elegeu a <em>Menina Fantástica 2010</em>, no último mês.</p><p>Ninguém  ao certo pode definir a quem o futuro da moda no Brasil pertence, mas  que o país já está atento diante de nomes como Paulo Borges e a  originalidade de novos talentos, não há dúvidas. E isto, já o suficiente  para que os brasileiros tornem suas fronteiras nacionais mais  acessíveis aos olhos dos grandes pólos internacionais deste setor.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/entre-grandes-e-pequenos-a-moda-cresce-no-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Making Of VidAnormal – TVCom</title><link>http://www.simonebertuzzi.com.br/making-of-vidanormal-tvcom/</link> <comments>http://www.simonebertuzzi.com.br/making-of-vidanormal-tvcom/#comments</comments> <pubDate>Wed, 24 Nov 2010 18:21:06 +0000</pubDate> <dc:creator>simone</dc:creator> <category><![CDATA[Vídeos]]></category> <category><![CDATA[Entretenimento]]></category> <category><![CDATA[TV]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.simonebertuzzi.com.br/?p=220</guid> <description><![CDATA[Imagens e edição: Simone Bertuzzi]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
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style="text-align: center;"><p
style="text-align: left;">Imagens e edição: Simone Bertuzzi</p><p
style="text-align: left;"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.simonebertuzzi.com.br/making-of-vidanormal-tvcom/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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